
Blacksad
2017Li a edição integral após assistir a uma entrevista do artista, Juanjo Guarnido. A dupla criativa funciona numa boa sintonia em que os roteiros do Juan Díaz Canales sabem ser curtos e direto ao ponto do que fazem um mistério noir funcionar, com todos os seus clichês bem empregados, enquanto dá espaço para a arte do Guarnido brilhar. É um trabalho sólido, mantendo ou elevando o nível em seus primeiros 4 volumes até a deplorável última história do encadernado, Amarillo, que é desprovida de qualquer mistério ou senso de urgência e parece só um amontoado de ideias que serviram de desculpa para produzir uma nova história do detetive.
