
Grandes Heróis DC: Os Novos 52 Vol. 23 - Shazam!
2024Geoff Johns, eu tento gostar mais de você, só que você dificulta as coisas mano

Geoff Johns, eu tento gostar mais de você, só que você dificulta as coisas mano

Dan Slott se eu te tromba na rua tu já era fdp

Mais um gibi morfético do criminoso Dan Slott, daqueles que te fazem questionar se o mesmo é alfabetizado

Eu sacrificaria cerca de 20 anos da minha vida para que o Dan Slott nunca mais escrevesse um gibi na vida dele.

"ah mas o Mark Waid hoje em dia tá ruim" Depois dele ter escrito essa fase do flash, se esse velho colocar fogo na minha casa eu ainda irei amá-lo incondicionalmente

Mark Millar dá umas Mark Millarzadas em muitos momentos, mas no geral é um gibi divertido e com muita personalidade. Simplesmente não consigo odiar

Jonathan Hickman escreve uma das melhores primeiras edições que você já leu nos últimos anos pro gibi mais pau mole que você já leu na sua vida

Acho um bom começo pra essa fase do Williamson. Gosto bastante da forma como ele escreve o Barry, principalmente pela ênfase no fato de ele ser um pouco distante e de usar a vida de Flash como uma forma de correr dos próprios problemas pessoais. É uma característica que dá uma dimensão interessante pro personagem. Apesar da ausência de boa parte da Família Flash nesse começo, (já que os personagens estavam voltando pro cânone aos poucos) gosto bastante do desenvolvimento da relação entre o Barry e o Wallace. A dinâmica de mentor e aluno mas com certos atritos e ressentimentos no meio acrescenta bastante a história. As primeiras ameaças que o Barry enfrenta não são exatamente memoráveis. Eu acho que falta um pouco de inspiração, mas isso acaba sendo compensado pelo carisma dos personagens principais. Gosto de acompanhar a relação entre o Barry e a Iris se reacendendo aos poucos. E a arte do Giandomenico brilha demais pra mim. Sou apaixonada pela forma como ele representa a supervelocidade dos velocistas. As cenas de ação têm uma sensação de movimento muito legal e ele consegue fazer o Flash realmente parecer alguém que está se movendo em alta super velocidade

Bendis, você escreveu um dos piores gibis das últimas décadas. Mas não se preocupe, careca... Eu ainda te amo muito

Zdarsky conseguiu fazer um gibi mais Nothing Burger que Homem-Aranha Azul. É de se impressionar!

Simplesmente uma das piores coisas que eu já tive o desprazer de ler em toda a minha vida, que por si só já é repleta de coisas ruins. Eu queria que esse gibi tivesse uma forma física humanoide para que eu pudesse agredi-lo fisicamente

Minha história favorita do Flash! Sou apaixonado pela forma como o Mark Waid desenvolve o Wally aqui. Ele já era o Flash a alguns anos, mas é nesta história que que o lugar dele com esse manto é cravado de verdade. Gosto muito de como o psicológico do Wally é trabalhado, ele quer honrar a memória do Barry como Flash, mas ao mesmo tempo, tem medo de estar ocupando o lugar dele, o substituindo. Com o suposto retorno de Barry, esse conflito do personagem chega ao estopim, o Wally não só tem medo de substituir o Barry, mas também tem medo de que o próprio Barry não goste da ideia dele ter sido seu substituto durante todos esses anos. A participação dos outros velocistas também é muito boa. Ver Johnny Quick, Jay Garrick e Max Mercúrio trabalhando juntos é muito divertido Esse é um gibi que homenageia Barry Allen e ao mesmo tempo continua pavimentando o caminho pra jornada do Wally como Flash, além de reinventar um dos melhores vilões da DC, Eobard Thawne. Gibi maravilhoso

Um clássico, não só do Hal Jordan, mas de Lanterna Verde no geral. O que eu mais gosto em Crepúsculo Esmeralda é acompanhar o desgaste psicológico do Hal, Coast City não era só a cidade que ele protegia, era parte da vida dele, das memórias e das pessoas que ele mais amava amava. Ver tudo isso ser destruído faz com que ele sinta uma culpa imensa, a ponto de acreditar que ele precisa consertar tudo a qualquer custo, mesmo que seja preciso tomar medidas drásticas. E essa história faz isso muito bem. As ações do Hal não são justificáveis, mas o roteiro do Ron Marz consegue fazer você entender de onde aquilo tudo tá vindo. Você sente o peso que ele tá carregando e percebe aos poucos, o quanto ele está perdido dentro da própria obsessão. A escrita do Ron Marz é excelente, ele usa as palavras de uma jeito que te coloca dentro da mente do Hal e torna toda essa situação ainda mais forte. A arte também é incrível. Nos momentos mais introspectivos ela consegue te prender, transmite bem o vazio e a angústia do Hal sem exagerar. E nas cenas de ação tudo fica muito dinâmico, você sente o peso de cada golpe e a brutalidade do que tá acontecendo ali É uma história sobre luto, sobre culpa e sobre obsessão. Sobre como uma tragédia e a obsessão de querer consertar as coisas quando você se culpa pelos acontecimentos, podem fazer com que você tome decisões que talvez não façam bem para as pessoas ao seu redor