
Homem-Aranha: História De Vida
2021Zdarsky conseguiu fazer um gibi mais Nothing Burger que Homem-Aranha Azul. É de se impressionar!

Zdarsky conseguiu fazer um gibi mais Nothing Burger que Homem-Aranha Azul. É de se impressionar!

Simplesmente uma das piores coisas que eu já tive o desprazer de ler em toda a minha vida, que por si só já é repleta de coisas ruins. Eu queria que esse gibi tivesse uma forma física humanoide para que eu pudesse agredi-lo fisicamente

Minha história favorita do Flash! Sou apaixonado pela forma como o Mark Waid desenvolve o Wally aqui. Ele já era o Flash a alguns anos, mas é nesta história que que o lugar dele com esse manto é cravado de verdade. Gosto muito de como o psicológico do Wally é trabalhado, ele quer honrar a memória do Barry como Flash, mas ao mesmo tempo, tem medo de estar ocupando o lugar dele, o substituindo. Com o suposto retorno de Barry, esse conflito do personagem chega ao estopim, o Wally não só tem medo de substituir o Barry, mas também tem medo de que o próprio Barry não goste da ideia dele ter sido seu substituto durante todos esses anos. A participação dos outros velocistas também é muito boa. Ver Johnny Quick, Jay Garrick e Max Mercúrio trabalhando juntos é muito divertido Esse é um gibi que homenageia Barry Allen e ao mesmo tempo continua pavimentando o caminho pra jornada do Wally como Flash, além de reinventar um dos melhores vilões da DC, Eobard Thawne. Gibi maravilhoso

Um clássico, não só do Hal Jordan, mas de Lanterna Verde no geral. O que eu mais gosto em Crepúsculo Esmeralda é acompanhar o desgaste psicológico do Hal, Coast City não era só a cidade que ele protegia, era parte da vida dele, das memórias e das pessoas que ele mais amava amava. Ver tudo isso ser destruído faz com que ele sinta uma culpa imensa, a ponto de acreditar que ele precisa consertar tudo a qualquer custo, mesmo que seja preciso tomar medidas drásticas. E essa história faz isso muito bem. As ações do Hal não são justificáveis, mas o roteiro do Ron Marz consegue fazer você entender de onde aquilo tudo tá vindo. Você sente o peso que ele tá carregando e percebe aos poucos, o quanto ele está perdido dentro da própria obsessão. A escrita do Ron Marz é excelente, ele usa as palavras de uma jeito que te coloca dentro da mente do Hal e torna toda essa situação ainda mais forte. A arte também é incrível. Nos momentos mais introspectivos ela consegue te prender, transmite bem o vazio e a angústia do Hal sem exagerar. E nas cenas de ação tudo fica muito dinâmico, você sente o peso de cada golpe e a brutalidade do que tá acontecendo ali É uma história sobre luto, sobre culpa e sobre obsessão. Sobre como uma tragédia e a obsessão de querer consertar as coisas quando você se culpa pelos acontecimentos, podem fazer com que você tome decisões que talvez não façam bem para as pessoas ao seu redor