Punky

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23y // Leio gibizinho de boneco e as vezes sem ser de boneco

MGX

@punkyrevice

Análises

4 análises
Capa de Homem-Aranha: História De Vida

Homem-Aranha: História De Vida

2021
09 de set. de 2026

Zdarsky conseguiu fazer um gibi mais Nothing Burger que Homem-Aranha Azul. É de se impressionar!

Capa de Deadpool Massacra o Universo Marvel

Deadpool Massacra o Universo Marvel

2018
09 de set. de 2026

Simplesmente uma das piores coisas que eu já tive o desprazer de ler em toda a minha vida, que por si só já é repleta de coisas ruins. Eu queria que esse gibi tivesse uma forma física humanoide para que eu pudesse agredi-lo fisicamente

Capa de Flash: O Retorno de Barry Allen

Flash: O Retorno de Barry Allen

1993
09 de set. de 2026

Minha história favorita do Flash! Sou apaixonado pela forma como o Mark Waid desenvolve o Wally aqui. Ele já era o Flash a alguns anos, mas é nesta história que que o lugar dele com esse manto é cravado de verdade. Gosto muito de como o psicológico do Wally é trabalhado, ele quer honrar a memória do Barry como Flash, mas ao mesmo tempo, tem medo de estar ocupando o lugar dele, o substituindo. Com o suposto retorno de Barry, esse conflito do personagem chega ao estopim, o Wally não só tem medo de substituir o Barry, mas também tem medo de que o próprio Barry não goste da ideia dele ter sido seu substituto durante todos esses anos. A participação dos outros velocistas também é muito boa. Ver Johnny Quick, Jay Garrick e Max Mercúrio trabalhando juntos é muito divertido Esse é um gibi que homenageia Barry Allen e ao mesmo tempo continua pavimentando o caminho pra jornada do Wally como Flash, além de reinventar um dos melhores vilões da DC, Eobard Thawne. Gibi maravilhoso

Capa de Lanterna Verde: Crepúsculo Esmeralda

Lanterna Verde: Crepúsculo Esmeralda

1994
08 de set. de 2026

Um clássico, não só do Hal Jordan, mas de Lanterna Verde no geral. O que eu mais gosto em Crepúsculo Esmeralda é acompanhar o desgaste psicológico do Hal, Coast City não era só a cidade que ele protegia, era parte da vida dele, das memórias e das pessoas que ele mais amava amava. Ver tudo isso ser destruído faz com que ele sinta uma culpa imensa, a ponto de acreditar que ele precisa consertar tudo a qualquer custo, mesmo que seja preciso tomar medidas drásticas. E essa história faz isso muito bem. As ações do Hal não são justificáveis, mas o roteiro do Ron Marz consegue fazer você entender de onde aquilo tudo tá vindo. Você sente o peso que ele tá carregando e percebe aos poucos, o quanto ele está perdido dentro da própria obsessão. A escrita do Ron Marz é excelente, ele usa as palavras de uma jeito que te coloca dentro da mente do Hal e torna toda essa situação ainda mais forte. A arte também é incrível. Nos momentos mais introspectivos ela consegue te prender, transmite bem o vazio e a angústia do Hal sem exagerar. E nas cenas de ação tudo fica muito dinâmico, você sente o peso de cada golpe e a brutalidade do que tá acontecendo ali É uma história sobre luto, sobre culpa e sobre obsessão. Sobre como uma tragédia e a obsessão de querer consertar as coisas quando você se culpa pelos acontecimentos, podem fazer com que você tome decisões que talvez não façam bem para as pessoas ao seu redor